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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Apresentando: Sheyla de Castilho


O amor me ataca o fígado e avida com drinks secos e afetos reiventados, desvairados
o amor é santo num ardor de sacrifícios
acorrentei as tormentas e a bestialização sufocante
do que entendia por amor
eu dançaria pro teu sorriso só pra que entenda
que isso que flagela a alma com tempestades
não é o que te merece todo, não, não...
o amor é a calmaria das violentas vontades
é invisível brisa que sopra e alimenta a brasa
e nos espera lá onde o céu encontra o mar
no fim de um dia tão comum
o amor é a opção entre a comodidade e a separação
são olhos bem fechados
esperando um novo olhar
é aquele segundo que antecede um sorriso após um beijo
o amor é boca aberta e potencializa a respiração que de lenta, ofega e afaga
o amor é a fome que mata a falta...
hoje, eu apenas trafico sonhos e sob meus escombros certamente encontrará a mimha alma
agridoce
então senta e sente a beira do beijo na brasa da nossa boca
saliva o meu nome mais improprio
me alaga logo pra eu não mais chover...

[Sheyla de Castilho]

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