Ana não é minha mãe, mas quase todo mundo lá parece ser. Nesse dia, rimos de alegria a tarde inteira: uma risada gostosa e que me doeu a barriga. Uma risada sincera de saudades e cheia de vontade de acabar com isso que nos corrói durante todo esse tempo que permaneço longe.
Apesar de sempre estressada, ela sorriu, e muito. Falou todas as besteiras de costume e acendeu um cigarro para posar pra mim. Grande tia Ana.

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